Copy
Talvez você já tenha experimentado essa sensação: após algumas páginas escritas, você tem uma ideia mais ou menos clara do que deseja colocar no papel, separou um tempo pra isso e nada de urgente está clamando pela sua atenção. Você senta para escrever e... Não quer escrever. Vontade nenhuma, zero, qualquer outra coisa parece ser mais motivadora.

Isso não quer dizer que a escrita deixou de fazer sentido na sua vida. Isso talvez signifique apenas que você não está enxergando avanços no seu trabalho como alguém que escreve. Se você está escrevendo algo rápido, como um e-mail ou um post em redes sociais, é mais fácil concluir e perceber que você finalizou uma etapa de trabalho. Se, por outro lado, você está desenvolvendo um livro, cujo fim dificilmente é alcançado em um dia, isso significa que você enfrentará momentos de marasmo. Afinal, o trabalho não é excitante o tempo inteiro.

Algo que me ajuda a enfrentar esses momentos é criar formas artificiais de perceber meu avanço. Eu posso contar a quantidade de palavras que escrevi numa dada sessão de escrita, ou talvez registrar quantas páginas editei em uma hora. Um dos registros que acho mais divertidos é o de quantos erros descobri (para quando estou revisando meu próprio texto). Quanto mais erros, mais estou sendo capaz de perceber os limites do meu próprio texto.

Tomar nota do processo tem também um outro lado positivo. A partir dos dados sobre nossa própria produção criativa, podemos considerar como aprimorá-la. Se estou escrevevndo 10 palavras por minuto, será que eu seria capaz de fazer mais do que isso, sem perder a qualidade, se interferisse em meu ambiente? Esse tipo de questão me ajuda a criar condições cada vez mais eficazes de trabalho.

Ou, no mínimo, me ajuda a sentar e dizer para mim mesmo: uma página, é só isso que eu quero escrever hoje. Se acontecer e eu ficar com vontade de escrever mais, estou no lucro.

E você, como você faz para saber que o seu trabalho está andando?

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Tales
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